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Novo ministro da Educação reconhece a CAPES como patrimônio da ciência brasileira  

Publicado: 02/04/2026 18:23 Última Atualização: 02/04/2026 18:28

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Servidor da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), aprovado em concurso público em 2002, Leonardo Barchini foi nomeado ministro da Educação, nesta quinta-feira (2), para substituir Camilo Santana, que deixou o MEC para se dedicar às eleições deste ano. 

Barchini assume como ministro após exercer o cargo de secretário-executivo. Ele já desempenhou várias funções no Ministério da Educação em diferentes gestões. Foi secretário-executivo e secretário-executivo adjunto, chefe de gabinete do ministro, chefe da Assessoria Internacional e diretor de Programas. Também exerceu como secretário de Relações Internacionais e Federativas e chefe de gabinete na Prefeitura de São Paulo. 

Graduado em Direito, mestre em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília e doutorando em Governança e Transformação Digital, Barchini é analista em Ciência e Tecnologia Sênior da CAPES. 

O novo ministro da Educação destaca a valorização da CAPES e a recuperação do orçamento da instituição pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a partir de 2023. “Já no primeiro ano, a CAPES teve um acréscimo de dois bilhões e meio em seu orçamento, que fez com que a gente conseguisse pagar as bolsas e dar um aumento de bolsas, após 10 anos, na média, em 70%”, afirmou. 

Em referência a momentos históricos do país, mencionou que a CAPES foi defendida pela comunidade científica brasileira quando sofreu ataques. 

“Os professores das universidades federais, os professores das universidades públicas, eles defenderam o seu patrimônio, porque a CAPES é um patrimônio da ciência brasileira”, ressaltou. 

Barchini relatou a sua experiência na CAPES em discurso durante o lançamento de um selo comemorativo dos Correios para marcar os 75 anos da instituição vinculada ao MEC. 

“Quando me chamaram para a CAPES eu fiquei muito orgulhoso porque sempre diziam que a CAPES era a menina dos olhos do Ministério da Educação, era um órgão de gente muito legal, era um órgão muito bem-organizado”, contou. 

E contou como começou na instituição: "A minha primeira missão foi receber uma delegação de pesquisadores e professores estrangeiros do mais alto gabarito, porque eles iam fazer uma reviravolta, iam revolucionar a avaliação da pós-graduação, “concluiu